A subjectividade da beleza

  porque o sujeito sou eu e és tu e como a nossa história está carregada de significados, esta porta pode ser bela ou não. Para mim é, porque naquela rua eu parei para admirar a cor da madeira, as cortinas e os potes com as sardinheiras vermelhas. Ao lado estava sentada uma mulher que penteava o cabelo e o atou em forma de carrapito.