Trafaria- praia

guardo nas mãos o cheiro enferrujado do cacilheiro; nos ouvidos, o aviso que soava dos seus pulmões soletrando “vou partir! já volto…”; nas narinas, o sopro da brisa perfumado pela maré vaza e, nos lábios, a espuma que me salpicava quando eu viajava na proa.

Todos estes anos houve um cacilheiro que guardou sonhos-a-mar resgatados no Tejo e, a Joana, ajudou a concretizá-los numa viagem até uma cidade mágica em romance chamada Veneza.

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