“As almas verídicas (porque há aparências, esboços de alma) nutrem-se dum único alimento – o absoluto.
Procurar a substância, as relações totais das coisas, o que é, para além do que aparece, eis a ansiosa tarefa das almas.
O homem comum vive numa concha, formada dos seus hábitos, depósito dum longínquo arranjo social. Não se interroga, não pressente que, em torno dessa concha, marulha um infinito Oceano, removido de infinitas actividades e formas”

– Leonardo Coimbra, “A Alegria, a Dor e a Graça”

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