a Alma de uma Fábrica

“As referências escritas mais remotas identificadas acerca da existência de uma unidade
transformadora de cortiça na cidade de Portalegre remontam ao ano de 1835. Segundo os registos,
uma família inglesa de nome Reynolds, explorava a essa data uma pequena fábrica de cortiça.
Por essa mesma altura, outro cidadão da nação inglesa, George Robinson, rumava a estas paragens
para se documentar mais profundamente sobre a matéria-prima que há longa data vinha
processando em Halifax, na Inglaterra.
Rapidamente, se afeiçoou ao “modus vivendis” português decidindo fixar-se com a família em
Portalegre. Nas traseiras da 1ª casa que adquiriu no sítio da Boavista, instalou o primeiro núcleo de
produção de rolhas (….)Ler mais em Fábrica Robinson

 

A Alma que eu senti ao entrar nesta fábrica que ficou vazia de operários em 2009

AquiAqui

dentrodentro

o meu corpo voaO meu corpo voa

em pedaçosem pedaços

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Como é que paro, como é que paroComo é que paro, como é que paro, como é que paro...

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