Os tempos de Esperança

São dez horas e 30 minutos. O Relógio da Torre avisa, quem ali mora, que o Tempo está a passar dando um toque no sino.

A cor branca das paredes que nasceu da terra com o nome de cal, encerra em si a frescura num dos dias mais quentes do ano.

O Tempo, com poderes de ilusionista adquire forma humana e passa na rua daquela aldeia de nome Esperança. Pára para descansar o Verão que traz consigo e, na primeira porta, apoia-se na parede com sua mão. Dá mais uns passos e conversa com a vizinha. Vê uma cadeira vazia na porta ao lado e senta-se observando quem passa. Levanta-se e encosta-se à esquina e depois, segue o seu caminho, de quinze em quinze minutos, de trinta em trinta e às horas certas, voando para o sino do relógio, garantindo assim que não nos falte…o Tempo.

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