a identidade está num coração

O Convento de São Mamede, um mosteiro de monges beneditinos ou de frades anacoretas? Será herdeiro de um ribat muçulmano ou terá sido um antigo ermitério? terá tido uma ligação às Carmelitas? Hoje, o que a nossa visão nos permite ver, mostra-nos um mosteiro assaltado e vandalizado. Mas, a nossa alma vê algo que não consegue descrever, sente vontade de o ver conservado mesmo despojado do seu santo, das suas portas, dos seus azulejos, do seu sino, das suas ombreiras de granito. É um corpo fragilizado que segura, com todas as suas forças, um telhado prestes a cair. As suas figuras que vivem ao alto, num tecto de forma convexa, essas sobrevivem quase intactas, embora o tempo tenha apagado a cor da sua juventude. Ficamos com a sensação de que estão protegidas por um cobertor feito de estrelas.

Alguém terá encontrado o seu coração no meio de tanta interrogação inicial! E ele está lá, no altar!

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